Senadores rejeitam PEC da Blindagem e Eduardo Bolsonaro solta o verbo: "desconectados do povo"
O ex-presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado, acusado de muitos crimes, mas principalmente os de propagar fake news nas redes sociais e liderar indiretamente um golpe de estado em Brasília. Agora diante à PL da Anistia que objetiva inocentar ou reduzir a pena de parlamentares suspeitos de integrarem a série de ações que culminaram na tentativa de golpe, senadores do Partido Liberal (PL) assumiram posição. E alguns senadores não aprovam a PEC da Blindagem.
No Rio Grande do Norte, o senador e ex-ministro do Desenvolvimento Regional no governo Bolsonaro, Rogério Marinho, foi um dos parlamentares que rejeitou a proposta. “Acredito que erraram na dosagem, e o medicamento, quando é dado em excesso, termina sendo veneno”, disse Marinho.
Filho do ex-presidente, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) criticou a decisão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal que rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) das Prerrogativas, mais conhecida como PEC da Blindagem.
“A PEC que o Senado enterrou tentava criar mecanismos de proteção contra o regime de exceção implementado por um Judiciário corrupto e aparelhado. Blindagem já existe, para os corruptos, comparsas e cúmplices dos agentes do regime que estão no Judiciário”, comentou.
Atualmente vivendo nos Estados Unidos e sendo investigado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), Eduardo também culpou os governadores e senadores pela rejeição da PEC acusando-os de serem “serviçais”.
